A existência é doce nos quatro cantos do meu peito.
É a casa de antes e a que será. Por esta porta entraste, por outra porta (não) sairás.
No ramo alto da mais alta árvore, um pássaro rasa a face do dia, o fogo vivo que será. E tu sabias?
Voos nos existem na sóbria paz. E tu, se os não sentes, o que serás?
Entrou o amor por esta porta, será que fica, ou partirá?
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