22.6.11

é verão, é vero


é verão, é vero, é verdadeira a vida e a visão renovada das vastas zonas de verde que os olhos ainda alcançam. há esperança ainda de vivermos o azul das nuvens com a intensidade das raízes e dos bolbos. é com lírios e rumores líquidos que te saúdo, sob uma cascata inventada, à sombra das laranjeiras de um pomar de outras eras. é com estes olhos peregrinos e cansados que me movo no tempo, vencendo o dia à procura da chegada. ao teu encontro.

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