Escrever, ditar regras ao coração, soprar vento nas palavras
Escrever sempre e só escrever a solidão, às vezes a frágil solidez do amor
Não escrever não nutre a pele nem abre os poros onde agoniza a memória em pontos negros
Limpar o rosto com as palavras e dizer: vou escrever-me sempre nova, como quem fez uma plástica
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Recentemente...
Natércia
Se Natércia eu fora e tu poeta que és me desejasses, virias com olhos febris, espada e a pena aparelhadas, para me abrires caminhos, onde p...
Mensagens populares neste blogue
-
Ele costuma escrever-lhe cartas riscadas como vinil, cartas sem nome, curtas e voláteis, mas ela lia claramente o som da voz, a saudade da...
-
Entre montanhas planeio voos e plano sobretudo o lugar da ilha A vida existe mesmo que a não queira. Mesmo que a chame e a submeta aos pés d...
-
Comecei a desaparecer suavemente, com a mesma anónima entrada que fiz no mundo Vi com estes olhos a ruína do mundo, o mover de lodos e areia...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixa aqui um lírio