a ternura de te ver por fora, os teus poros
limpos e impuros, os teus sinais arrumados na tua incerta voz segura
e a ternura de te ver envolto em ti, a crescer na grandeza do mundo, com a relevância do teu olhar bem fundo
a crescer todos os dias, a elevar o céu,
à medida que cresce essa tua força e te dissipas no meu eu
deixo-te ir, porque sei que já fui o que precisei de ser
não tenho de te ver. não te voltarei a ver com os olhos que veem o mundo porque sei que agora és forte e uno
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