21.9.20

Cometa

Saudades da voz. Não me sinto cometa sem ela. Sei de cor a tua constelação, canto mais vezes do que pensas, quando quero desaguar a alegria do abraço único, nosso, em todo o universo.

Quero ser a estrela mais constante da tua vida, a palpitar de riso e cadente nos momentos de aproximação ao teu astral.

Ser o teu astral é querer demais. Basta-me ser um pequenino e tímido cometa que às vezes cai mas nunca se oculta do teu olhar.

Saudades da tua voz. Sou um balão com menos ar para subir, porque a tua voz risca em mim os acordes mais sublimes do universo que guardo fundo no coração.

Obrigada pelos momentos de mel e malvasia no campo azul dos nossos dias.


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