Ficar toda a noite a desmaiar o tempo, presa ao decote da tua voz, a tua voz vizinha que abre para os limites de uma ferida feliz, reacender as brasas mornas, arredondar a luz, voltar ao princípio do tempo agora que atingimos o fim
Preciso de aprender a chegar, porque agora só sei não ir. Se não vou, como chego? Sente o amor que puderes pelos seres viventes, que eu desc...
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