Íamos muitas vezes a lugar nenhum, mas não importava a ida porque era mais importante o percurso. Noites longas, muito alvas, com facas que expiravam na madrugada. Eu gostava de ir, sempre que íamos, e nunca nos faltaram as palavras. Há uma nostalgia morna nas memórias, tanto que, quando as convocamos, não são elas convocadas mas o que então nos deram elas.
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