Dentro de nós vive o impulso, o eco vital da noite, a voz que exprime o corpo. E era como cruzar as espadas de novo, era o poço onde cair de olhos presos, sempre para o fogo, até desaparecemos um no outro. Quando te vejo, quero vestir-te a pele e ser, dentro de ti, o teu perpétuo sopro. Não imagino junto à minha boca, num beijo lento, qualquer outro.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Recentemente...
Seres da madrugada
a todos os seres da madrugada, tanto os que sonham o dia, como os que embalam a noite, os insomnes, os doidos, os loucos, os bêbados, os ope...
Mensagens populares neste blogue
-
Ele costuma escrever-lhe cartas riscadas como vinil, cartas sem nome, curtas e voláteis, mas ela lia claramente o som da voz, a saudade da...
-
Entre montanhas planeio voos e plano sobretudo o lugar da ilha A vida existe mesmo que a não queira. Mesmo que a chame e a submeta aos pés d...
-
Quando meto a marcha à ré, nunca sei se devo olhar para trás se para a frente. A medição das distâncias, muitas vezes, não depende dos olhos...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixa aqui um lírio