Sei de um cato que pica o gato que segue o rato. Sei que o poema fica amarelo da cor da gema se lhe deitarmos um sol inteiro. Sei que a presa, perseguida pelos cães é boa surpresa para quem a apanhar primeiro. Sei muitas coisas sem grande nexo que desmerecem o poema. Mas sei que o amor é atento e tenta extravasar os vasos por onde corre, como um rio longo e pioneiro.
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