13.2.22

Crescer no amor

A rosa, senhor, a rosa viva na terra

E a morte, senhor, a morte em seu redor, sorvendo a seiva dela

Eu, senhor, acredito que o amor é um nitrato de luz que nos preserva

E, vós, senhor, jardineiro do meu corpo, haveis o toque do sol e a bastante luz do luar que por certo fundeia raízes

Sinto a ausência como a água acha a dissolução na areia e deixo-me ir, senhor, até o meu corpo achar o mar

Também eu não sei para que nasci. Se não foi para crescer no amor, como pode o amor continuar a crescer em mim?

Sem comentários:

Enviar um comentário

Deixa aqui um lírio

Recentemente...

A emoção

A emoção abriu a porta, entrou e ficou brevemente atenta.  Uma sala sóbria e nela apenas uma cadeira e um homem. Compunham momentos idos num...

Mensagens populares neste blogue