Desbaratei o nome, cortei amarras, ligas e ligações, sonhos desenhos e ilusões.
Tenho sido o frio ferro da morte nos dias que restam. Podia passá-los a amar-te, ou a plantar flores num canteiro deserto.
Mas, como nos grandes amores da história, o vazio do outro só serve para mais amar o amor que já está morto.
(Mas, seja isso ou outra coisa qualquer, desenhas-me uma flor, deixas-me uma nota profunda do teu ser?)
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