A ironia dos dias feitos para viver e nós sem vida bastante para os vivermos, indo roubar flores nas ruas secretas da cidade.
Virão o triste outono e o velho inverno e para trás ficam os dias feitos para viver, quando o sol pedia passeios pelas ruas, nós com o colo cheio de flores roubadas com rosas nas faces e o tempo na mão.
A leveza dos corpos... Caminhamos sobre a mesma linha da ilusão.
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