Talvez agora mesmo o mundo
os seres astrais como as poeiras
e algumas marés
se detenham no ar
Talvez isso e nada seja sentido no universo
Apenas porque há um sopro de borboleta
Ou uma brisa com vagar
Algo como a busca, o encontro, a emoção
Um momento em que tudo pareceu perto
E possível de existir no fundo do olhar
Um sopro azul na luz da pele
Eis o íntimo das coisas
Que depois partem na memória
Algumas vezes
O mundo abranda
E o infinito é fuga
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Recentemente...
Persianas
Hoje fechei todas as persianas da casa, para encerrar cá dentro a minha solidão. Não me incomoda o calor intenso, incomodam-me outras coisa...
Mensagens populares neste blogue
-
Entre montanhas planeio voos e plano sobretudo o lugar da ilha A vida existe mesmo que a não queira. Mesmo que a chame e a submeta aos pés d...
-
Quando meto a marcha à ré, nunca sei se devo olhar para trás se para a frente. A medição das distâncias, muitas vezes, não depende dos olhos...
-
Nos teus olhos o brilho que nunca vi nos meus. Imagino que foi tudo um sonho longo que só sonhei eu E lanço-te ao rio numa folha forte na j...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixa aqui um lírio