O amor não é um jogo de arranjos florais.
Joga-se o corpo, o coração, a liberdade.
No amor joga-se mesmo a pele, a própria
dignidade que nos veste.
Amor e poder convergem para a satisfação do ser.
O desafio está no poder que temos ou presumimos ter sobre o outro. É um jogo de interesses em que o amor prescreve, como qualquer pacote de leite.
Eu e tu já não nos degladiamos como dantes. Aceito o que sempre quiseste,
a distância e uma vaga relação poética
com a qual medimos os palmos de terra
que ainda nos restam.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Recentemente...
Novas venham
Novas venham virar os ventos, com envergadura e verve, com suavidade ou febre, que venham Bóreas e seus irmãos, Zéfiro e Noto, Suão ou Este,...
Mensagens populares neste blogue
-
Entre montanhas planeio voos e plano sobretudo o lugar da ilha A vida existe mesmo que a não queira. Mesmo que a chame e a submeta aos pés d...
-
Quando meto a marcha à ré, nunca sei se devo olhar para trás se para a frente. A medição das distâncias, muitas vezes, não depende dos olhos...
-
Nos teus olhos o brilho que nunca vi nos meus. Imagino que foi tudo um sonho longo que só sonhei eu E lanço-te ao rio numa folha forte na j...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixa aqui um lírio