Não penses que digo o que falo quando ponho voz num poema. Aliás, se fosse mesmo um poema, nem sequer dizia, aflorava, nem sequer falava, simplesmente beijava.
A fala mora nos lábios que beijam, mas são também estes que dizem. Por isso, prefiro o silêncio que aflora a pele e os lábios que se dão ao beijo.
A fala mora nos lábios que beijam, mas são também estes que dizem. Por isso, prefiro o silêncio que aflora a pele e os lábios que se dão ao beijo.
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