Não tenho mão para semear, nem semente que deite à terra para ficar.
Mas quero viver.
Mas quero viver.
Sem rima que valha um aplauso, escrevo-me nova com mão adolescente, mas sou antiga, com a idade mais velha do amor.
Sou ridícula, porque quero chegar ao fundo das estrelas e viver nelas, sentindo no cimo o supremo cume do amor.
Não deviam permitir que a ilusão entrasse como um vírus na pele madura. Nem que o tempo matasse tudo, menos a emoção. Ridícula é o que sou. Não digam que não.
Sinto-me todos os dias nova. Às vezes bonita, mas todos sabem como sou ridícula.
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