Passaria o resto da eternidade a chorar no teu ombro. Hoje a catarse, o vidro limpo e quedo entre nós a verdade
Soluços baços que seriam vagas e marulhos do mar, fundos de dentro
viriam selar-nos pelo corpo de alto a baixo em sobriedade e gozo
O resumo do medo nas linhas carinhosas do teu rosto, soluço a soluço, mais cedo seríamos a ténue razão do amor deposto
Mesmo assim, passaria a noite a desenhar silêncios no ângulo mais obscuro do teu corpo
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