Eis que tudo se entrança para a noite
A escuridão, o amor e a morte. É assim o sono que somo contigo.
O amarelo de antes é uma ruminação lenta. Ninguém mantém fresca a flor decepada do caule.
Queria tanto olhar-te com lume e queimar-te com a verdade. Não há senão o olhar para comover o amor já comovido.
Já não tenho um olhar cativante, só cativo. Se te olhar, receio ficar lá dentro,
ainda mais sozinha comigo.
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