Dia 1 após qualquer coisa
Semana 3, mês tal e tal antes ou depois do advento, cronologia ávara de monge sedento de infinito
Para que esquartejamos o tempo.
Hoje é sempre hoje e é tanto, agora
é sempre agora e é imenso
Mas eu conto-me e sou como esse monge que se regista na existência como eu me pagino nestes textos
A páginas tantas, o conto já não tem conto apenas restam as contas deste colar que me adorna
Para me mostrar delicada em cada momento.
Porque só conta o momento em que a delicadeza é o mais suave alimento da existência.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Recentemente...
Novas venham
Novas venham virar os ventos, com envergadura e verve, com suavidade ou febre, que venham Bóreas e seus irmãos, Zéfiro e Noto, Suão ou Este,...
Mensagens populares neste blogue
-
Entre montanhas planeio voos e plano sobretudo o lugar da ilha A vida existe mesmo que a não queira. Mesmo que a chame e a submeta aos pés d...
-
Quando meto a marcha à ré, nunca sei se devo olhar para trás se para a frente. A medição das distâncias, muitas vezes, não depende dos olhos...
-
Nos teus olhos o brilho que nunca vi nos meus. Imagino que foi tudo um sonho longo que só sonhei eu E lanço-te ao rio numa folha forte na j...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixa aqui um lírio