Apenas feito já se desvanesse.
O sal empilhado forma uma pequena montanha de palavras.
Mas a água que vem aos olhos do poeta basta para abater o sal do poema.
Disse e desapareceu. Não importa se ninguém o leu.
O ato de escrita, às vezes, é apenas um momento de alegria e de felicidade, um gesto mecânico do corpo, um sopro íntimo soprado para dentro.
Mas este texto, que é de sal, ainda não derreteu.
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