1.10.20

Bate

Bate. Nem sempre bate. Às vezes bate. Qualquer coisa bate. Cá dentro. Dá. Dá algo cá dentro. Vem devagar. Mas vem.

Vem qualquer coisa em qualquer momento. Então eu venho. Venho ver algo que não tem nome. Ou tem. Mas eu não digo. É um nome que eu repito, repito e é antigo, gravado a ouro e a cianeto. Doce limão, mel rarefeito.





Sem comentários:

Enviar um comentário

Deixa aqui um lírio

Recentemente...

Novas venham

Novas venham virar os ventos, com envergadura e verve, com suavidade ou febre, que venham Bóreas e seus irmãos, Zéfiro e Noto, Suão ou Este,...

Mensagens populares neste blogue