os óculos quebram-se como o mau-olhado, azeite e água contra o mundo, mas o que vejo é apenas o rumor do mundo
neste escudo meu cheio de escombros
a lente não capta tudo
onde será que os olhos são braços e quando é que o sol se porá no mesmo dia, sem lentes
se nos perdermos encontra-me na curva menor do pôr-do-sol do quadrante interior do deserto mais vasto do universo
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