Quero estar contigo como a lagarta na couve, a pastar honestamente na folha do teu corpo e talvez mais maldosamente como o trigo entre a foice. Ceifar-te o coração parece pouco. Talvez colher-te seletivamente. Talvez assim a noite fosse. Talvez fosse noite no meridiano íntimo que nos sente. A terra que bebe o amor somente.
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