14.2.21

Volta em frente

Amo-te quando ouço o vento, pelas frinchas das janelas a assobiar o medo, amo o teu nome e o teu desejo, a tua visão ampla do caminho

Adoro as visões da tua alma leve, quando me levas na dor do vento e me mostras que nada nos surpreende

Não sei por que te voto atenção, a minha luz é independente, és tu e mais ninguém, foi assim que foi, o destino não nos entende

Podia ter sido este, aquele, um somente, mas foste tu e o passado que passámos, está cá, é já, vive na noite à nossa frente



Sem comentários:

Enviar um comentário

Deixa aqui um lírio

Recentemente...

Idos de setembro e não de março

tarde de blues e belas chamas de sol, som e serenidade na pauta do terraço, nos idos de setembro e não de março deixamos o corpo seguir nas ...

Mensagens populares neste blogue