Perdemos a chave do quarto. Quando foi que a perdemos? Talvez alguém tenha, inadvertidamente, movido o quarto. Não o achamos sempre. Eu continuo as abluções do amor. A fechar frestas antigas, capazes de ruir o amor e tu, meu jovem profeta, enuncias as lágrimas das virgens com o teu vigor. Eu sou a enésima flor da direita, no jardim do teu amor.
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