Olhar plenamente qualquer coisa, tocar, beber, beijar plenamente. Deixar a pele ser sede e secar ao sol. Sentir plenamente as ervas no pés como um toque ardente, abraçar a calmaria e entrar na tarde, cabelo ao vento, a mão apertada, junto ao teu peito. Isto é, meu amor, o nosso tempo.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Recentemente...
Assersões
Uma onda é a resposta a outra, como um eco é a resposta a outro A atração, dois ecos que se encontram e se unem no mesmo som E o amor? Ah, o...
Mensagens populares neste blogue
-
Entre montanhas planeio voos e plano sobretudo o lugar da ilha A vida existe mesmo que a não queira. Mesmo que a chame e a submeta aos pés d...
-
Quando meto a marcha à ré, nunca sei se devo olhar para trás se para a frente. A medição das distâncias, muitas vezes, não depende dos olhos...
-
Nos teus olhos o brilho que nunca vi nos meus. Imagino que foi tudo um sonho longo que só sonhei eu E lanço-te ao rio numa folha forte na j...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixa aqui um lírio