Adivinho a mão e tateio no escuro o teu profundo rio, a tua voz a vir.
Molho o olhar de luz e até a escuridão me conduz onde tenho de ir.
Faço um café na velha cafeteira que faz subir a água para se juntar ao café. Enquanto espero penso na onda a molhar a areia, penso no vento ...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixa aqui um lírio