Adivinho a mão e tateio no escuro o teu profundo rio, a tua voz a vir.
Molho o olhar de luz e até a escuridão me conduz onde tenho de ir.
Novas venham virar os ventos, com envergadura e verve, com suavidade ou febre, que venham Bóreas e seus irmãos, Zéfiro e Noto, Suão ou Este,...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixa aqui um lírio