1.2.22

O medo

Meu querido, em que pensarás tu neste momento se esta calma é total e se nada mais há do que silêncio?

Meu amor, é delicadamente que entro e te nomeio no meu corpo, é urgentemente que te chamo para esta areia quente onde a solidão se esconde.

Porque hoje não corre o vento, a tempestade, o desassossego. Só corre, derramadamente o medo, 


Sem comentários:

Enviar um comentário

Deixa aqui um lírio

Recentemente...

Novas venham

Novas venham virar os ventos, com envergadura e verve, com suavidade ou febre, que venham Bóreas e seus irmãos, Zéfiro e Noto, Suão ou Este,...

Mensagens populares neste blogue