Nada, não há lugar onde, nem forma de
Apenas a descida, a queda, a exiguidade do nome e depois da carne
Singelamente, não há espaço a preencher e o nada consome o que resta
Não basta viver, é preciso ocupar demoradamente o espaço e ficar
Alimento a fome com pouca cousa. Basta-me ver o teu olhar, ouvir a tua voz e imaginar que a tua fala se projeta paralelamente ao meu ouvido,...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixa aqui um lírio