Num sopro de luz, tu voltas, fabricante de sonhos, para me temperares um pouco a pele, um pouco a vida
Se me riscas os sentidos com a centelha que acarinhas, talvez te cruze nas palavras, outras vez desprevenida
Como se todas fossem minhas
Creio nas sagradas chamas da paz, flâmulas de contemplação, chamas de puro amor Creio que o amor cresce como o trigo e a vida é pontualmente...
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