Num sopro de luz, tu voltas, fabricante de sonhos, para me temperares um pouco a pele, um pouco a vida
Se me riscas os sentidos com a centelha que acarinhas, talvez te cruze nas palavras, outras vez desprevenida
Como se todas fossem minhas
Preciso de aprender a chegar, porque agora só sei não ir. Se não vou, como chego? Sente o amor que puderes pelos seres viventes, que eu desc...
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