13.4.25

Completiva sombra

Ainda agora sempre soube que és completiva sombra do meu ser

Que vontade de celebrar orgias nos teus olhos, esses lenhos de muita dor

Pergunto o oráculo, com esfinges lisas e longas, ledas emoções 

Douradas mãos condutoras de luz

Quando as senti no meu rosto, assim? Com cidades cruas entre nós, fogo de um lago alagado de pus

Sem que claramente soubesse, eu, serenamente, me fui

Mas, porém e ainda, que vontade de encenar contigo a palavra que seduz

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