14.1.26

Preciso de aprender a chegar, porque agora só sei não ir. Se não vou, como chego?

Sente o amor que puderes pelos seres viventes, que eu descobri que não existo, não sinto as graças do entardecer, nem as nereidas da manhã. prossigo enquanto o vento bate na janela mal fechada.

Serás tu? Como vou saber?

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