8.4.11


deslizo no sono, serpente que sou nas areias do tempo. insinuo (desculpa), sedutora que era, e recordo artes antigas que já perdi. agora eis-me apenas um corpo que se deixa levar pelo bem estar de te saber. dentro do coração, como sempre. dormir assim feliz. não mereço. não sei como és de mim assim serenamente tão doce luar. como o invólucro do dia de hoje. suave e quente, a tua imagem. um lugar.

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