ficámos, de repente, lado a lado, tu na margem esquerda da noite e eu a olhar a revelação do teu nome, como um incêndio vermelho na minha tela. oculto-me sem ter coragem de produzir com as minhas mãos o meu quinhão de realidade. sem uma só palavra. mas ruborizo quando nos vejo lado a lado na virtualidade da noite. tu cá, tu lá.
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