7.12.18
Epifania
Quero que o tempo pare aí mesmo
No interior do teu olhar
Com os meus olhos nos teus
Como água para mergulhar
Quero essa epifania
Que é paz e inquieta sede
Mas quero de novo senti-la
Essa nova turbulência
Na nossa praça vazia
Quando a manhã nós aquece
E nos esquece assim o dia
A escrever o amor nos tetos
Fechar as portas do mundo
Beber do amor a maravilha
E selar tudo num beijo
Que seja longo e profundo
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