O café sabe-me a sempre, sem um gosto especial. Levanto-me para um mundo em férias com rugas desgastadas de sol e não me vejo em ninguém.
Não tenho nada para fazer. Ninguém com quem ir, seja onde for. O dia é uma esteira sem areia nem dor, apenas com o vazio de ter estreitado a existência à dimensão de ti.
Não importa ficar em casa esquecida de todos. Importa é ter estado durante meia-vida implicada no crime de me querer aproximar de ti.
Foi culpa minha, meu amor, que tenhas sido ao mesmo tempo "my curse and my joi".
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Recentemente...
Fúria dos deuses
Não digas nada. Escuta como é feroz este som da tempestade. Não perturbes o vendaval com o teu medo. Deixa-o largar a sua fúria até morrer. ...
Mensagens populares neste blogue
-
Ele costuma escrever-lhe cartas riscadas como vinil, cartas sem nome, curtas e voláteis, mas ela lia claramente o som da voz, a saudade da...
-
Entre montanhas planeio voos e plano sobretudo o lugar da ilha A vida existe mesmo que a não queira. Mesmo que a chame e a submeta aos pés d...
-
Comecei a desaparecer suavemente, com a mesma anónima entrada que fiz no mundo Vi com estes olhos a ruína do mundo, o mover de lodos e areia...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixa aqui um lírio