O café sabe-me a sempre, sem um gosto especial. Levanto-me para um mundo em férias com rugas desgastadas de sol e não me vejo em ninguém.
Não tenho nada para fazer. Ninguém com quem ir, seja onde for. O dia é uma esteira sem areia nem dor, apenas com o vazio de ter estreitado a existência à dimensão de ti.
Não importa ficar em casa esquecida de todos. Importa é ter estado durante meia-vida implicada no crime de me querer aproximar de ti.
Foi culpa minha, meu amor, que tenhas sido ao mesmo tempo "my curse and my joi".
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