9.8.19
Nó cego
Descobri que é difícil desatar um nó que nunca se desatou. Quando tentas fazê-lo, ainda o atas mais.
Os nós que eu teci em volta desse perfeito nós que temos sido só me prenderam mais a quem eu me quis prender.
Agora com os nós soltos busco o laço que me liberta, não de ti, mas para sempre e de vez da sombra que escrevo aqui.
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