Mudar de cabelo e de crença, de cortinados e mangas, mandar ao diabo as finanças e as fachadas dos bancos, os fantoches que se sentam na cadeira do comando
Ah, voar para onde só a morte me alcança, ser o condor e a garça, o albatroz e a vaga que empurra a vida e lava a esperança
Mudar é ser novo naquele lugar, como se fosse outro a crescer. Permanecer é adoecer dentro de si como a semente apertada na terra seca
Ah, quero, preciso mudar. Esta vida é uma seca
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