Não existes, nem eu existi, porque nunca fomos contíguos no mesmo riso nem na mesma dor.
Não quero este longo inverno ligado ao rasto do teu nome.
Mesmo assim, ainda não desaprendi o hábito de te chamar "meu doce amor".
A emoção abriu a porta, entrou e ficou brevemente atenta. Uma sala sóbria e nela apenas uma cadeira e um homem. Compunham momentos idos num...
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