Já não as vejo. Que pena!
Os peixinhos do rio nadam atrás da sua sombra. Nunca a apanham.
As sanguessugas do rio sugam sangue, alimentam-se de alguém.
Não gosto que alguém se alimente de mim.
A confiança ganha, quando se perde já não se acha. Como as areias de Marte, as rochas de Vénus. As crateras da Lua nunca fecham. São como as feridas.
As águas frias da lagoa resolvem qualquer ilusão, traição, desilusão
Choques de realidade. Movem-se as águas para dentro das perdizes e os lobos enrouquecem com a sede.
Sou bruxa e tenho em mim o rancor das almas das ermidas. Abandonadas.
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