Um dia apagamos o inferno manhã cedo com geada e os nós hirtos dos nossos dedos.
Um dia eu e tu alinhamos os astros e a nossa vida é una e contemporânea, presa e solta por um leve elástico.
Um dia, uma aurora boreal nascerá de cada abraço.
Se Natércia eu fora e tu poeta que és me desejasses, virias com olhos febris, espada e a pena aparelhadas, para me abrires caminhos, onde p...
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