Um dia apagamos o inferno manhã cedo com geada e os nós hirtos dos nossos dedos.
Um dia eu e tu alinhamos os astros e a nossa vida é una e contemporânea, presa e solta por um leve elástico.
Um dia, uma aurora boreal nascerá de cada abraço.
Novas venham virar os ventos, com envergadura e verve, com suavidade ou febre, que venham Bóreas e seus irmãos, Zéfiro e Noto, Suão ou Este,...
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