sim, a minha mão como o pormontório que ocupa todo o desejo da flor à fala
a noite vestal presa à pele no ponto fulcral das madrugadas a fechá-la
ininterruptamente tocada pelos deuses
a tua boca em mim, uma só vez numa vida
sim, há segundos, minutos, horas, noites, suavemente pendentes
uma só vez numa vida o meu e o teu ventre
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