1.11.20

boa noite, vida

Posso fazer poemas paridos, como as fatias fritas, mas sei dar abraços fundos como se fossem os últimos da minha vida

Deixa o sono vir, no trilho da escrita

Esta é linear e curva para ir de mim para ti, ambos abraçados à vida presos a uma vogal que sobe à boca e se magnifica

Dorme, meu amor, no meu seio que desliza deixa a tua mão presa à anca como quem sente a rugosidade de um papel de seda branca



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