Mais uma vez as palavras. Malditas as que me traem. Malditas as que ouves.
Não quero mais palavras. Destroem tudo, mesmo aquilo que se diz com o mais fundo ardor amante.
Fragatas, freios, ferragem, ferrugem, mundo este que já farta e nos afunda Fragatas por traineiras e, para a fome do povo, de que servem as ...
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