Mas o presente, sempre o temos tido. Um presente indiferido como que epitolar. Deixamos o lenço verde na janela, lemos, devoramo-nos, caímos sós no meio de todos os pretéritos.
E afinal quem nós devora é mesmo o tempo.
Escrevo sem nome o nome que no peito escrito tinha Aos montes ensinando e às ervinhas que o melhor que guardo de ti era o momento em que vin...
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