Mas o presente, sempre o temos tido. Um presente indiferido como que epitolar. Deixamos o lenço verde na janela, lemos, devoramo-nos, caímos sós no meio de todos os pretéritos.
E afinal quem nós devora é mesmo o tempo.
Às vezes o amor vem, mas nunca és tu. É outro amor qualquer, uma alma desviada, uma máscara sem vida Outras vezes o amor vem disfarçado, de ...
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