Preferia a tua voz no meu tempo, como o murmúrio do ribeiro que passará algures, certo e certeiro para o rio do seu destino.
Prefiro, repetidamente, o teu mais tenso ruído à paz dos outros. Diz-me tudo ou nada que eu sempre ouço.
Já há várias noites em que o céu ruge em explosões de energia contida. Trovoadas espanholas, secas, daquelas que nos inquietam e nos prolong...
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