Havia o mundo e estávamos sós. Havia outros e, de súbito, éramos só nós.
Desatámos os nossos nós, atámos outros e o nós que temos sido é este nó cego, que hoje abrevio com um beijo apetecido.
Não digas nada. Escuta como é feroz este som da tempestade. Não perturbes o vendaval com o teu medo. Deixa-o largar a sua fúria até morrer. ...
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