a manhã casual, o sol casual, o acaso a rodar sobre pneus, a paz industrial das oficinas e armazéns no suburbano sábado, a casual passagem do amor, a surpresa do amor casualmente sobre rodas, como tudo na vida, as causalidades sem outro propósito do que acontecerem. O amor passou. Podia ter-me levado. Eu ia. Atravessaríamos juntos a manhã de sábado abrindo brechas no tempo, sobre rodas e pneus de felicidade.
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Medo do mundo
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