A chuva no teu rosto, a flutuante poalha de húmido exalo
É de novo a húmida quimera, o teu corpo aquático e lento
Dentro a terra absorve e bebe a chuva lenta e tudo se lentifica na cadência interior
De novo a chuva limpa e o limbo puro do amor
Preciso de aprender a chegar, porque agora só sei não ir. Se não vou, como chego? Sente o amor que puderes pelos seres viventes, que eu desc...
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