A chuva no teu rosto, a flutuante poalha de húmido exalo
É de novo a húmida quimera, o teu corpo aquático e lento
Dentro a terra absorve e bebe a chuva lenta e tudo se lentifica na cadência interior
De novo a chuva limpa e o limbo puro do amor
Escrevo sem nome o nome que no peito escrito tinha Aos montes ensinando e às ervinhas que o melhor que guardo de ti era o momento em que vin...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixa aqui um lírio