A chuva no teu rosto, a flutuante poalha de húmido exalo
É de novo a húmida quimera, o teu corpo aquático e lento
Dentro a terra absorve e bebe a chuva lenta e tudo se lentifica na cadência interior
De novo a chuva limpa e o limbo puro do amor
a todos os seres da madrugada, tanto os que sonham o dia, como os que embalam a noite, os insomnes, os doidos, os loucos, os bêbados, os ope...
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