A chuva no teu rosto, a flutuante poalha de húmido exalo
É de novo a húmida quimera, o teu corpo aquático e lento
Dentro a terra absorve e bebe a chuva lenta e tudo se lentifica na cadência interior
De novo a chuva limpa e o limbo puro do amor
tarde de blues e belas chamas de sol, som e serenidade na pauta do terraço, nos idos de setembro e não de março deixamos o corpo seguir nas ...
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