27.11.22

Corpo aquático

A chuva no teu rosto, a flutuante poalha de húmido exalo

É de novo a húmida quimera, o teu corpo aquático e lento

Dentro a terra absorve e bebe a chuva lenta e tudo se lentifica na cadência interior 

De novo a chuva limpa e o limbo puro do amor

Sem comentários:

Enviar um comentário

Deixa aqui um lírio

Recentemente...

Preciso de aprender a chegar, porque agora só sei não ir. Se não vou, como chego? Sente o amor que puderes pelos seres viventes, que eu desc...

Mensagens populares neste blogue