Esta sempre foi a dialética dos corpos, sem embargo, amor, sopro o sol, escrevo a semente, a flor resiste e o amor insiste. A pele, primeira premissa, o desejo é a segunda, a conclusão é esta, a febre amante, a febre de papel, e a dedução, demente, depois de lançarmos longe o silogismo, a voz contente. Tudo recomeça quando acaba, essa é a verdade contingente.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Recentemente...
Seres da madrugada
a todos os seres da madrugada, tanto os que sonham o dia, como os que embalam a noite, os insomnes, os doidos, os loucos, os bêbados, os ope...
Mensagens populares neste blogue
-
Ele costuma escrever-lhe cartas riscadas como vinil, cartas sem nome, curtas e voláteis, mas ela lia claramente o som da voz, a saudade da...
-
Entre montanhas planeio voos e plano sobretudo o lugar da ilha A vida existe mesmo que a não queira. Mesmo que a chame e a submeta aos pés d...
-
Quando meto a marcha à ré, nunca sei se devo olhar para trás se para a frente. A medição das distâncias, muitas vezes, não depende dos olhos...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixa aqui um lírio